
Toda empresa que vai investir em presença digital se pergunta a mesma coisa: quanto custa um site profissional hoje? A resposta honesta não cabe em um número único — e qualquer agência que jogue um valor antes de entender seu projeto está vendendo um produto, não uma solução. Neste guia, a gente abre a matemática real por trás do orçamento: as variáveis que pesam, os escopos típicos que entregamos, o que entra (e o que fica de fora) em cada faixa, e os custos recorrentes que poucos mencionam na proposta inicial. No fim, você vai conseguir pedir um orçamento bem mais preciso pro seu caso — e comparar propostas de qualquer fornecedor com critério técnico.
Por que “quanto custa um site” não tem resposta única
A pergunta quanto custa um site aparece centenas de vezes por mês no Google — e a maioria dos resultados oferece tabelas com 3 faixas de preço fechadas, como se site fosse pacote de assinatura de streaming. Não é. Cada projeto que entra na LVES tem combinação própria de número de páginas, integrações com sistemas externos, funcionalidades específicas, conteúdo a produzir, prazo desejado e nível de personalização visual. Mudar uma dessas variáveis muda o orçamento — às vezes pouco, às vezes muito. Saber quanto custa um site profissional no seu caso é, antes de tudo, saber qual é a combinação dessas variáveis pra você.
Uma das perguntas correlatas mais buscadas é quanto custa montar um site do zero, e ela carrega a mesma armadilha: a resposta depende inteiramente do que você quer montar. Um site institucional de 5 páginas pra um escritório de advocacia não tem o mesmo custo que uma loja virtual com 800 produtos integrada a ERP, marketplace e gateway de pagamento — e nenhum dos dois tem o mesmo custo que uma landing page de alta conversão com integração a CRM e teste A/B. Tratar os três como se fossem a mesma coisa é o que faz orçamentos parecerem aleatórios. Não dá pra responder “quanto custa montar um site” sem saber qual dos três (ou qual combinação) entra no projeto.
Por isso, antes de falar em faixas, vale tornar explícito o que a gente vende. A frase que organiza nossa cabeça aqui na LVES é simples: a gente não vende site, vende o tempo da equipe pra fazê-lo. Páginas, integrações, funcionalidades, conteúdo — tudo isso se traduz em horas de trabalho de designers, desenvolvedores, redatores e gestores de projeto. Quando você pede pra saber quanto custa um site, está perguntando, no fundo, quanto tempo de equipe seu projeto vai consumir pra ficar pronto e funcionando como deveria.
O que torna um site profissional diferente de um cartão de visitas digital
Tem uma distinção que muda completamente a conversa sobre quanto custa um site: a diferença entre um cartão de visitas digital e um site profissional. O cartão de visitas digital é passivo — está lá pra quem já conhece a marca e digitou o nome dela no navegador. Ele cumpre uma função de credibilidade básica e ponto. Já um site profissional é ativo: ele participa do mecanismo pelo qual pessoas que ainda não conhecem sua empresa chegam até você, seja via busca orgânica no Google, seja via mecanismos generativos de IA (ChatGPT, Gemini, Perplexity), seja como página de destino qualificada de campanhas pagas.
Na LVES, a gente vai além do código: entregamos sites com presença ativa em buscadores e IAs. Isso significa estrutura técnica preparada pra SEO desde o primeiro dia (HTML semântico, schema markup, performance, mobile-first), alinhamento entre conteúdo das páginas e a intenção real de busca do seu público, e os fundamentos de GEO (Generative Engine Optimization, otimização pra mecanismos generativos como ChatGPT e Gemini) que estão se consolidando como padrão de qualidade pra conteúdo institucional. Essa camada não é cosmética — ela é parte estrutural de um site que precisa trabalhar pra você 24h por dia.
O efeito que isso tem em campanhas de Google Ads
Quando o post pergunta quanto custa um site profissional e a empresa também roda anúncios pagos, vale entender uma conexão menos óbvia: o Google Ads usa um indicador interno chamado Índice de Qualidade pra precificar cliques em palavras-chave competitivas. Ele tem três componentes:
- CTR esperado do anúncio — taxa de cliques projetada pela palavra-chave.
- Relevância do anúncio — quão bem o texto do anúncio responde à busca.
- Experiência da página de destino — quão útil, rápida e alinhada à busca é a página pra onde o anúncio leva.
A LVES atua principalmente no componente 3 — entregamos a página de destino. SEO técnico bem feito, performance otimizada e alinhamento entre conteúdo e intenção de busca tendem a contribuir pra um Índice de Qualidade mais alto, o que pode reduzir o CPC necessário pra disputar posições competitivas no leilão do Google Ads. Não é garantia de posição #1, nem promessa de redução percentual exata — depende da concorrência do nicho, do histórico da conta, da qualidade dos próprios anúncios e da estratégia de bidding. Mas é uma sinergia real, e empresas que orçam só “o site” sem pensar nessa camada perdem dinheiro tanto no SEO orgânico quanto no CPC pago. Por isso o range de preço de um site LVES costuma ser diferente de um “cartão de visitas digital” de R$ 500 — não é o mesmo produto.
As variáveis que mexem no orçamento de um site
Em vez de tabela com preços fixos, faz mais sentido olhar pras variáveis que pesam no orçamento. Tem quatro grupos principais — e o que define quanto custa um site no seu caso é como cada um deles se manifesta no seu projeto. Mais do que decorar tabela de faixas, vale entender essas 4 variáveis pra decifrar quanto custa um site proposto por qualquer fornecedor:
| Variável | Como ela aparece no projeto | Impacto típico no orçamento |
|---|---|---|
| Escopo (páginas + integrações + funcionalidades) | Número de páginas únicas, sistemas externos a conectar (CRM, ERP, sistema de agendamento), recursos como área restrita, calculadoras, simuladores, multi-idioma | Alto — é a variável que mais mexe |
| Plataforma escolhida | WordPress (com Avada ou Elementor), Shopify, Tray, Bagy, NuvemShop, Loja Integrada, Moovin, MercadoShop, WooCommerce, solução customizada | Médio — algumas plataformas têm setup mais rápido, outras mais customização |
| Integrações externas | Gateway de pagamento, marketplace, ERP, CRM, e-mail marketing, automação de marketing, sistema de cupons | Médio a alto, dependendo de quantas e do quão padronizadas elas são |
| SLA pós-entrega | Garantia inicial, manutenção preventiva mensal, manutenção evolutiva (pacote de horas), hora técnica avulsa | Baixo no projeto inicial, recorrente depois |
Variável 1 — Escopo
O escopo é a soma de três coisas: quantas páginas únicas o site terá (cada página com layout próprio, não só posts replicando um template), quais integrações com sistemas externos são necessárias (cada integração consome horas de desenvolvimento e testes), e quais funcionalidades específicas precisam ser construídas (área restrita pra clientes, calculadora interativa, sistema de agendamento próprio, etc.). É a variável que mais mexe no orçamento. Saber quanto custa criar um site sem definir escopo é como pedir orçamento de obra sem plantar baixa: qualquer número será um chute.
Variável 2 — Plataforma
A escolha da plataforma define produtividade e flexibilidade. WordPress com Avada (nosso stack de preferência) entrega altíssima personalização visual com tempo de implementação razoável. Plataformas SaaS de loja virtual (Bagy, Shopify, Tray, NuvemShop, entre outras) têm setup mais rápido pra catálogos padrão, mas menos flexibilidade pra customização profunda. A escolha certa não é “a mais barata” — é a que mais se adequa ao seu modelo de negócio e plano de evolução.
Variável 3 — Integrações externas
Cada integração externa (gateway de pagamento, ERP, CRM, marketplace, e-mail marketing) tem complexidade própria. Algumas têm plugins prontos bem documentados; outras exigem desenvolvimento sob medida via API. Quanto mais integrações, mais horas de desenvolvimento, teste e validação — e mais pontos potenciais de manutenção depois.
Variável 4 — SLA pós-entrega
O que acontece depois que o site entra no ar é parte do orçamento — só que de outra forma. A garantia inicial é coberta pelo contrato de desenvolvimento (detalhe mais adiante), mas a evolução contínua entra como custo recorrente. Não pensar nisso na fase de proposta é um erro comum.
Escopo 1: site institucional simples
É o escopo mais comum — pra empresas que precisam de presença digital com cara profissional, mas sem complexidade transacional. Quando alguém pergunta quanto custa um site institucional, geralmente é deste escopo que está falando. Ainda assim, mesmo aqui, quanto custa um site varia conforme número de páginas únicas, exigência de design e nível de personalização da identidade visual.
O que está incluso
Tipicamente um site institucional simples entrega entre 5 e 8 páginas únicas (Home, Sobre, Serviços, Contato, eventualmente Portfólio e/ou FAQ), layout responsivo (desktop, tablet e celular), formulário de contato com proteção contra spam e conformidade LGPD básica no tratamento de dados (consentimento explícito, política de privacidade publicada), integração com Google Analytics 4 + Google Tag Manager, SEO técnico fundamental (HTML semântico, meta tags, schema básico, sitemap.xml, robots.txt), velocidade otimizada pra Core Web Vitals, e configuração inicial do Yoast SEO pra que cada página esteja preparada pra indexar bem.
O que fica fora
Não entram nesse escopo: produção de conteúdo (textos das páginas costumam vir do cliente ou ser orçados separadamente), banco de imagens premium (cliente pode fornecer ou contratar como adicional), tradução pra outros idiomas, integrações com sistemas externos além de Analytics, blog (vira Escopo 2), área restrita ou login, e qualquer funcionalidade fora do padrão. Domínio e hospedagem são contratos à parte (mais sobre eles adiante). Saber quanto custa um site nesse escopo passa, sobretudo, por confirmar o que você quer dentro e o que fica fora — essa lista é o ponto de partida pra evitar surpresa depois.
Quando faz sentido
É o escopo certo pra escritórios profissionais (advocacia, contabilidade, arquitetura, consultorias), prestadores de serviço com captação via outros canais (indicação, Instagram, Google Ads pra lead) e empresas no início de presença digital que querem começar com um site sólido e evoluir depois. Não é o melhor caminho pra quem precisa de e-commerce ou pra negócios cujo principal canal de aquisição seja conteúdo orgânico de alto volume.
Escopo 2: site institucional com blog otimizado para SEO
Aqui a empresa decide que tráfego orgânico via conteúdo faz parte da estratégia. O preço para fazer um site com blog otimizado é maior que o do institucional simples — porque o site precisa nascer preparado pra escalar conteúdo, e não como uma estrutura adaptada depois às pressas. Quanto custa um site nesse escopo passa por quanto blog você quer rodar e com que regularidade.
O que está incluso
Tudo do Escopo 1, mais: estrutura de blog (categorias, tags, página de arquivos), template de post otimizado pra leitura e SEO on-page (H1 dinâmico, schema Article, breadcrumbs, autor visível, data de publicação e modificação), arquitetura de links internos pensada pra cluster topical, FAQ Element configurado pra reaproveitar perguntas frequentes entre posts, layout dinâmico (H1, imagem destacada e meta-dados puxados automaticamente do post — sem precisar hardcodear em cada artigo), e configuração avançada do Yoast pra cada post seguir padrão técnico consistente.
O que fica fora
Não entra: produção dos posts em si (cada post é uma tarefa de redação + revisão + SEO que pode ser orçada à parte, em pacote ou no método LVES de produção editorial), pesquisa de palavras-chave detalhada por cluster (parte de uma estratégia de conteúdo mais ampla), tradução de conteúdo, e qualquer integração com plataforma de e-mail marketing pra capturar leads do blog. Essas peças costumam entrar como serviços adicionais — quando entram, e como entram, vale combinar antes de assinar o contrato. (Em breve, post dedicado sobre estratégia de blog corporativo aqui no nosso blog.)
Quando faz sentido
É o escopo certo pra empresas que querem construir autoridade ao longo dos meses, capturar tráfego orgânico de cauda longa (perguntas específicas do público), reduzir dependência de mídia paga ao longo do tempo, e ter um canal próprio de comunicação onde a marca controla o discurso. Esse escopo costuma fazer sentido quando há clareza de que conteúdo vai ser produzido com regularidade — sem cadência, o blog vira espaço vazio que envelhece a percepção do site.
Escopo 3: loja virtual (com nota sobre escolha de plataforma)
Loja virtual é o escopo de maior variabilidade — porque o número de SKUs, integrações com ERP/marketplace, modalidades de envio, regras fiscais e nível de customização visual mudam radicalmente entre projetos. Quando o pessoal pergunta quanto custa uma loja virtual, a resposta honesta é “depende de muita coisa”, e a primeira delas é a plataforma. Por isso, dizer quanto custa um site de e-commerce sem mapear plataforma, número de SKUs e integrações é exercício especulativo.
Catálogo de plataformas que implantamos
A LVES é parceira oficial de várias plataformas e implanta projetos em:
- Bagy (antiga Dooca Commerce) — SaaS brasileira, foco em PMEs, setup ágil
- WooCommerce — plugin de e-commerce pro WordPress, alta personalização, indicado quando o cliente já está no ecossistema WP ou precisa de flexibilidade visual e funcional acima da média
- Shopify — SaaS global, ecossistema robusto de apps
- Tray — SaaS brasileira tradicional
- NuvemShop — SaaS brasileira com forte presença no varejo de moda e acessórios
- Moovin — plataforma brasileira voltada pra varejo médio
- MercadoShop — solução integrada ao Mercado Livre
- Loja Integrada — entrada acessível, escala limitada
Cada plataforma tem ponto forte próprio e a escolha certa pra um projeto pode não ser a certa pra outro — depende do volume, do catálogo, das integrações que você precisa e do plano de evolução nos próximos anos. (Em breve, post dedicado ao comparativo prático WordPress + WooCommerce aqui no nosso blog.)
O que está incluso (padrão LVES de loja virtual)
Setup completo da plataforma escolhida, catálogo inicial (categorias e produtos modelo — quantidade total varia por escopo), gateway de pagamento integrado via Asaas (Pix, boleto, cartão de crédito) ou outro gateway preferido do cliente, integração com transportadora/Correios pra cálculo de frete, página de carrinho e checkout otimizados, página institucional básica, política de troca e devolução conforme exigência do Código de Defesa do Consumidor (incluindo o direito de arrependimento de 7 dias garantido pela lei pra compras online), conformidade LGPD no tratamento dos dados dos clientes, e SEO técnico nas páginas de categoria e produto.
O que fica fora
Não entram: cadastro completo do catálogo (cliente cadastra ou contrata como adicional — número de SKUs influencia direto o tempo), produção de fotos de produto, integração com ERP customizado (algumas integrações têm conectores prontos, outras exigem desenvolvimento), integração com marketplace além do nativo da plataforma, automação de e-mail marketing avançada, e estratégia de tráfego (Google Ads, Meta Ads, SEO ofensivo — cada um é projeto à parte).
Quando faz sentido
Sempre que o modelo de negócio inclui venda direta online — produto físico, produto digital, serviço com pagamento upfront. A escolha entre Escopo 3 e Escopo 4 (landing page de alta conversão) depende se você precisa de catálogo ou de uma única decisão de compra bem desenhada.
Escopo 4: landing page de alta conversão
A Landing page é um projeto de natureza diferente. Quando o público pergunta quanto custa uma landing page profissional, é importante entender que o briefing técnico tem natureza distinta: aqui o ponto não é cobrir várias seções da empresa, é levar o visitante a uma única ação clara — pedir orçamento, baixar material, agendar conversa, comprar um produto específico. Por isso, comparar diretamente quanto custa um site institucional com quanto custa uma landing page sem entender que são produtos diferentes leva a conclusões erradas.
O que está incluso
Uma página única com narrativa de copy estruturada (problema → solução → prova → CTA), design pensado pra conversão (hierarquia visual, contraste de CTA, prova social posicionada, gatilhos de credibilidade), responsividade impecável (a maior parte do tráfego pago hoje vem de mobile), formulário integrado a CRM ou e-mail marketing do cliente (HubSpot, RD Station, ActiveCampaign, etc., conforme o que cliente já usa), velocidade extrema (LCP, INP e CLS calibrados pros padrões mais altos do Google), pixel de remarketing instalado e validado (Meta, Google Ads), e configuração de eventos GA4 pra cada interação relevante.
O que fica fora
Não entra: gestão da campanha de tráfego pago em si (Google Ads e Meta Ads são serviços contínuos à parte), produção de vídeo, fotografia de pessoas reais, e testes A/B contínuos depois do lançamento (podem entrar via manutenção evolutiva). Vale também a diferença em relação ao Escopo 1: landing page não substitui um site institucional — ela complementa, com foco específico em uma única conversão. (Em breve, post dedicado sobre quando faz sentido site, landing page ou os dois aqui no nosso blog.)
Quando faz sentido
Sempre que houver uma campanha de tráfego pago ativa ou planejada, um lançamento específico (curso, produto, evento), ou uma oferta com escopo bem definido que precisa ser comunicada sem distração.
Quer uma conversa pra entender o seu projeto?
A gente escuta o que você precisa, mapeia escopo, e devolve um orçamento que reflete o seu caso real — sem caixa preta, sem “depois a gente vê”.
Custos recorrentes que não entram no orçamento inicial
A pergunta quanto custa um site profissional não termina no dia em que o projeto entra no ar. Tem uma camada recorrente que precisa entrar na conta — não pra inflar o orçamento, mas pra evitar surpresa daqui a 6 meses, quando o site começa a precisar de atenção contínua. Quem responde quanto custa um site sem mencionar esse plano de manutenção está pulando uma parte importante da conversa. Os custos abaixo se aplicam a praticamente qualquer projeto, seja institucional, blog, loja ou landing page:
| Item recorrente | Frequência | Observações importantes |
|---|---|---|
| Domínio (registro .com.br ou .com) | Anual | Pago direto ao registro.br ou registrador internacional. Mantenha no nome da empresa, nunca no nome da agência |
| Hospedagem WordPress | Mensal ou anual | Ponto de entrada do bundle técnico LVES. Trabalhamos com infraestrutura da parceira Umbler (somos Agência Prime) |
| Manutenção preventiva mensal | Mensal | Atualizações de core, tema e plugins testadas em staging, monitoramento, backups, varredura de segurança. Tem 2 pré-requisitos cumulativos: site em WordPress + Avada (ou Elementor) e hospedado em nossos servidores |
| Manutenção evolutiva (pacote de horas) | Mensal, com contrato mínimo de 12 meses | Pressupõe manutenção preventiva ativa. Voltada pra evolução contínua do site (novas páginas, ajustes funcionais, melhorias). Renovação automática com aviso prévio |
| Hora técnica avulsa | Quando precisar | Porta de entrada flexível, sem pré-requisito de hospedagem nem stack específico. Indicada pra correção pontual, consultoria, ajuste isolado ou segunda opinião técnica |
Sobre a garantia padrão pós-entrega
Independente do escopo do projeto, todo site entregue pela LVES tem garantia padrão pós-entrega: 30 dias corridos após a entrega, com 2 coberturas simultâneas — correção de bugs/erros + suporte gratuito ao uso (10h–17h). Após 30 dias, hora técnica avulsa ou em pacote. Isso significa que não cobramos extra pra corrigir defeito do que a gente entregou nem pra ensinar a usar nos primeiros 30 dias. Depois dessa janela, a evolução contínua entra no modelo de manutenção evolutiva (pacote de horas), ou em horas técnicas avulsas quando a demanda é pontual. Essa estrutura está alinhada ao nosso Termo de Prestação de Serviço (itens 8.1, 8.2 e 8.3) e existe pra proteger o seu investimento sem virar pacote inflado de coisas que você não vai precisar.
O que esses recorrentes não são
Pra evitar confusão: manutenção preventiva mensal não vende avulsa — ela é parte do bundle hospedagem + manutenção, com os 2 pré-requisitos cumulativos descritos acima. Manutenção evolutiva também não vende avulsa, e é formalmente distinta de pacote de hora técnica (que pode ser contratado sem nenhum pré-requisito, como porta de entrada flexível). Quem oferece “manutenção mensal a partir de R$ X sem nada amarrado” provavelmente está descrevendo outra coisa — vale pedir clareza antes de fechar.
Como pedir um orçamento que reflete seu projeto de verdade
Depois de ler tudo até aqui, você já tem mais critério pra pedir um orçamento útil — pra LVES ou pra qualquer fornecedor. Quanto melhor o briefing, melhor o orçamento de site que você recebe de volta. Aqui está o checklist do que vale enviar de cara:
- Objetivo principal do site: gerar lead, vender online, criar autoridade, dar credibilidade institucional, ou combinação delas. Quanto mais específico, melhor.
- Prazo desejado de entrega: tem evento, lançamento ou virada de ano envolvida? Prazo apertado pode mudar a estratégia (mais paralelismo na equipe, custo diferente).
- Referências visuais: 3 a 5 sites que você acha que comunicam o estilo que combina com o seu negócio. Não precisa ser do seu nicho. Vale anotar o que gostou em cada um (cores, ritmo, navegação, tom de copy).
- Integrações necessárias: liste todos os sistemas externos com os quais o site precisa se conversar (CRM, ERP, e-mail marketing, gateway de pagamento, sistema de agendamento). Quanto antes a gente souber, menor o risco de surpresa no meio do projeto.
- Estado do conteúdo: você tem os textos prontos? Tem fotos profissionais? Tem identidade visual com manual de marca, ou precisa criar/atualizar? Tudo isso entra no escopo (ou é desencaixado e tratado em paralelo).
Com essas 5 informações, a LVES — ou qualquer agência séria — consegue devolver um orçamento que faz sentido pro seu projeto real, e não um número genérico que vai virar dor de cabeça depois. É o caminho pra entender quanto custa um site no seu caso específico, sem chutômetro de tabela. Sem briefing, qualquer resposta pra quanto custa um site é exercício de chute.
Por que acompanhar as aprovações de perto vale dinheiro
A gente comentou no começo: a LVES não vende site, vende o tempo da equipe pra fazê-lo. Esse princípio tem uma consequência prática direta na sua agenda. Nosso modelo de projeto trabalha em fases — briefing, layout, desenvolvimento e entrega — e cada fase tem uma janela de aprovação. Quando o cliente revisa e aprova o layout no prazo combinado, o desenvolvimento começa com escopo claro. Quando o cliente pede mudança grande no escopo no meio do desenvolvimento (mover uma página inteira de lugar, redesenhar uma seção já aprovada, adicionar funcionalidade que não estava no briefing), o tempo que já tinha sido alocado àquela tarefa é consumido, e o novo trabalho exige horas adicionais. Isso não é mau atendimento — é matemática.
A consequência: acompanhamento próximo das aprovações de cada fase tende a reduzir custo total do projeto, porque mudanças de escopo capturadas cedo são incomparavelmente mais baratas que retrabalho descoberto na fase de homologação. O orçamento que você assina parte de um escopo congelado nessas fases. Manter clareza ao longo do projeto é tão importante quanto a proposta inicial pra que o valor de um site profissional entregue corresponda ao que foi combinado.
Perguntas frequentes sobre orçamento de site
A LVES é parceira oficial de algumas das plataformas mencionadas neste artigo (incluindo WooCommerce, Shopify, Tray, Bagy — antiga Dooca Commerce). Nossa recomendação considera fit técnico ao seu projeto, não relacionamento comercial.
Este conteúdo é meramente informativo e não substitui consulta a um DPO (Encarregado de Dados) ou advogado especializado em privacidade para análise específica do seu cenário de tratamento de dados.
LVES — marca registrada no INPI sob o processo 924715200.















